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Aprenda a gerenciar e proteger senhas usadas on-line

Em tempos de muita oferta de serviços on-line, fica fácil colecionar uma porção de senhas --um internauta precisa de pelo

menos três destas combinações para realizar, via computador, tarefas de seu cotidiano. Some a esta diversidade o fato de as

senhas não poderem ser anotadas, e o que se tem é a receita perfeita para a confusão ou até mesmo esquecimento.
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Como não dá para viver sem elas, o importante é saber protegê-las e gerenciá-las; só assim é possível evitar acessos

indevidos ou a irritação de não conseguir se logar em sua própria máquina.

Confira algumas dicas dadas por especialistas em segurança que podem ajudar a evitar problemas deste tipo.

Segurança

-- Tenha pelo menos três senhas divididas em "grupos": lazer, trabalho e banco.

-- Troque-as mensalmente.

-- Crie senhas longas.

-- Varie ao máximo o tipo de caractere: use símbolos, letras e números.

-- Quando só puder usar números, faça combinações pouco prováveis --junte seu ano de nascimento com os dígitos da placa do

carro, por exemplo.

-- Não escolha palavras existentes em dicionários --piratas virtuais usam softwares específicos para adivinhá-las.

-- Se quiser usar palavras, escreva-as de forma errada (substitua a letra "a" por "@", por exemplo).

-- Nunca anote suas senhas, e só as compartilhe quando extremamente necessário (caso de marido e mulher).


Gerenciamento

-- Para não se esquecer de sua senha, crie uma combinação "raiz" e faça variações baseadas nela. A "raiz" pode ser formada

por letras ou números.

Exemplo:
-- A palavra "raiz" é "mist&rio" (substitua sempre uma letra do termo original).
-- Para cada tipo de serviço, acrescente outros dígitos. Desta forma, a senha no trabalho pode ser " mist&rio31", enquanto o

acesso ao webmail é "mist&rio62".
-- No mês seguinte, as combinações podem ser trocadas para "s&gr&do31" e "s&gr&do62".

(Fonte: JULIANA CARPANEZ Folha Online) - 05/02/2006
Internautas preferem músicas piratas, diz estudo

Os internautas da Europa ainda preferem sites ou programas de troca de arquivo a lojas virtuais de música na hora de baixar

canções. Segundo um estudo da Jupiter Research, 15% dos usuários europeus optam pelas redes P2P (peer-to-peer) --que ignoram

os direitos autorais-- enquanto 5% deles compram músicas em sites como iTunes e Napster.

Mark Mulligan, analista da companhia, reconhece que serviços como aquele oferecido pela loja virtual da Apple (iTunes)

popularizaram a aquisição de arquivos legais de música. No entanto, afirma que os sites e programas de troca de arquivo

vieram para ficar.

"É um comportamento que já está enraizado e o fato de essas músicas serem gratuitas torna ainda mais difícil reduzir o uso

dessas páginas."

A afirmação é comprovada por informações da pesquisa: ela indica que os usuários jovens não vêem problemas em adquirir

músicas ilegalmente. Cerca de 43% dos entrevistados deste grupo prefere copiar CDs do que comprá-los e 40% dizem que os CDs

não valem o que eles custam.

(Fonte: da Folha Online) - 30/01/2006
Preço de material escolar varia 1.069% na internet

Uma comparação de preços feito no site BuscaPé mostra que o preço de material escolar --produtos bastante comprados nesta

época do ano-- pode variar até 1.069%.

Esta diferença, diz a página, refere-se a uma caixa de lápis de cor Faber Castell. O preço variou de R$ 5,90 a R$ 69. Em

segundo lugar na lista dos "disparates" ficou uma lapiseira Pentel, com variação de 681% --o preço mais baixo encontrado foi

R$ 3,19, enquanto o mais caro ficou em R$ 24,90.

"É fundamental fazer uma rápida pesquisa de preços antes da compra de qualquer material escolar, pois a economia pode ser

grande", afirma Romero Rodrigues, diretor do site.

Os dez itens da categoria "material escolar" mais procurados são (nesta ordem): caderno, fichário, agenda, caneta, lapiseira,

estojo, lancheira, lápis de cor, cola e grampeador.

(Fonte: da Folha Online) - 30/01/2006
Governador mantém cobrança de assinatura nos telefones em São Paulo

São Paulo - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, vetou a proibição na cobrança de assinatura mensal nos serviços de telefonia em São Paulo.

Com a decisão, os serviços de telefonia fixa e celular manterão a taxa mensal que havia sido cancelada pela Assembléia Legislativa no fim de 2005. O governador entendeu que a decisão sobre leis que regem os serviços de telecomunicações cabem apenas ao governo federal. A Assembléia Legislativa havia aprovado o cancelamento da assinatura do telefone fixo, o que leva os usuários a pagar compulsoriamente cerca de R$ 38 mensais.

(Fonte: Estadão Tecnologia) - 22/01/2006
Venda on-line de músicas triplica e chega a US$ 1 bi

A venda de músicas digitais em todo o mundo triplicou e, no ano passado, atingiu US$ 1,1 bilhão. O principal motivo para os resultados positivos foram a popularização dos telefones celulares com toca-MP3 e dos tocadores, entre eles o famoso iPod.

Segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, que divulgou o faturamento, a música digital já responde por 6% de todas as vendas da indústria fonográfica.

Os estúdios, que perderam e continuam perdendo muito dinheiro com os sites de troca de arquivo, viram sinais de melhora no início de 2005. Nesta época, o setor obteve diversas vitórias na Justiça contra pessoas que baixavam ilegalmente arquivos.

Segundo especialistas ouvidos pela agência de notícias Reuters, diversos sites que atualmente oferecem músicas gratuitamente devem passar a trabalhar de acordo com as leis em 2006 --isso significa pagar àqueles que detém os direitos autorais das músicas.

As assinaturas de serviços que oferecem milhares de arquivos de música por um valor mensal, como o Napster e Yahoo! Music, chegaram a 2,8 milhões em 2005, segundo a Reuters.

(Fonte: da Folha Online) - 22/01/2006
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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.