Portais da Cidade

Notcias na 25 de maro

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Etiqueta inteligente tem presença garantida na loja do futuro

Sistemas utilizados em lojas futurísticas, apresentados na feira de tecnologia Cebit 2006 pelo Grupo Metro, indicam que o processo das compras deve sofrer uma grande revolução nos próximos anos.

Assim como aconteceu com a introdução dos códigos de barras, a utilização das etiquetas inteligentes (também conhecidas como RFID) deve agilizar consideravelmente as compras em supermercados ou em lojas de roupas, por exemplo.

Este tipo de tecnologia --já utilizado em diversos setores para gerenciar mercadorias-- permite que um chip associe grande quantidade de informações a um determinado produto. Assim, antes de comprar um vinho o usuário passa a etiqueta colada na garrafa por um leitor e descobre qual o seu teor alcóolico, onde foi produzido, a temperatura ideal para ser servido e com que tipo de carne combina.

Outra alternativa é fazer com que sensores instalados em carrinhos hi-tech de supermercado identifiquem todos os itens transportados --devidamente etiquetados-- e mostrem em sua tela a soma da compra. O cliente da loja do futuro também não vai precisar esperar que alguém calcule o preço de todos os produtos selecionados; basta atravessar uma espécie de portão com sensores e o valor da compra será determinado em segundos.

Já nas lojas de roupas, os apressados ou indecisos contarão com a ajuda de um assistente virtual. O cliente escolhe uma roupa que, identificada pelo sistema via etiqueta inteligente, aparece em uma grande tela vestida em um/uma modelo. Para trocar as cores ou fazer diferentes combinações entre peças basta utilizar uma tela sensível ao toque.

Um dos problemas destes provadores do futuro pode estar na diferença entre o corpo dos modelos e o dos clientes. Fazer uma compra com base no que eles mostram seria como adquirir roupas depois de um desfile, porque todos na passarela ficam muito bem com as peças exibidas.

Saiba mais sobre os selos digitais

Saiba mais sobre os selos independentes que estão migrando para a internet e lançando álbuns diretamente na rede.

O que são?

Selos digitais (ou netlabels, ou weblabels) são sites que disponibilizam singles, EPs ou discos inteiros, na maioria das vezes gratuitamente, ou cobrando por faixa ou álbum completo.

Quem faz?

Há inúmeras situações, mas, as mais comuns, são as parcerias entre músicos que querem ser ouvidos, mas não têm como lançar um disco.

Como funciona?

As faixas ficam no site armazenadas em arquivos de MP3 ou similares. Qualquer pessoa com acesso à internet pode baixar as músicas e armazenar no computador --ou em tocadores de MP3, como o iPod-- ou mesmo queimar um CD. Muitos selos oferecem encarte, capa e ficha técnica.

Qual a diferença entre um portal de música e um selo digital?

Basicamente, em um portal, qualquer um pode hospedar sua música e deixá-la no ar para download gratuito ou pago. A maioria dos selos tem direção artística e disponibiliza as músicas em formatos como single, EP ou álbum.

Quem pode distribuir?

Alguns selos deixam as músicas disponíveis para serem "multiplicadas"; outros, usam licenças Creative Commons, que permitem usos específicos --para fins não comerciais, por exemplo. Há também os que cobram direitos autorais já embutidos nos preço dos discos.

Onde ouvir

www.antena.art.br (RS)
Estilo: noise, eletroacústica, EBM, ambient
Quem está lá: Ajax Free, Cine Victória, Lavajato e outros

www.breakcore.com.br (SP)
Estilo: eletrônica experimental
Quem está lá: Retrigger, Bruno Belluomini e UDDQUEN

www.container-inc.org (PR)
Estilo: eletrônica experimental
Quem está lá: Gengivas Negras, Fetalcohol, Terrortronic

www.conteudorecords.com.br (MG)
Estilo: eletrônica (tecno, mininal, house etc.)
Quem está lá: Menorah, Duduart, 3nity

www.electrocoopetiva.art.br (BA)
Estilo: rock, MPB, eletrônica
Quem está lá: Tara Code, Lampirônicos, Lucas Sattanna, Rônei Jorge e os Ladrões de Bicicleta

www.fronharecords.trix.net (RJ)
Estilo: industrial, eletrônica
Quem está lá: Fronha Coletiva, Orion, KKFS, Bedoze e outros

www.reciferock.com.br (PE)
Estilo: rock, mangue beat etc.
Quem está lá: Eddie, San B, The Playboys e Matalanamão

www.senhorf.com.br (Brasília)
Estilo: rock
Quem está lá: Revolver, Superguidis, Os Bonnies e Los Porongas

Portais

www.myspace.com
www.tramavirtual.com.br
www.fiberonline.com.br
www.beatport.com

Onde encontrar tudo
www.archive.org - Entre os bancos de dados da biblioteca virtual, há um especialmente dedicado aos "netlabels".
www.netaudiolondon.cc - O selo londrino está organizando o Netaudio´06 - London Netlabel Festival, dias 15 e 16 de setembro.

(Fonte: da Folha de S.Paulo) - 13/03/2006
Grupos independentes recorrem a selos na internet

O fim do CD, como o conhecemos hoje, já foi mais do que anunciado. De olho na substituição do disquinho prateado pelos tocadores de MP3, os selos independentes estão migrando para a internet e lançando álbuns diretamente na rede, e, o melhor, de graça.

No Brasil, há pelo menos uma dezena de gravadoras digitais no ar --e outras tantas em gestação--, que contabilizam médias de até mil downloads por título. Parece pouco, mas é um número relevante, considerando que a maioria trabalha sem patrocínio.

O retorno vem por meio de convites para shows e festivais, além de parcerias com artistas de outros lugares, inclusive do exterior. O guitarrista da dupla baiana tara_code, Gilberto Braga, 29, é um dos pioneiros nesse formato. Há sete anos, Braga despeja na rede suas produções em parceria com a cantora Andrea May.

"Temos uma média de 50 acessos [ao site] por dia. Para quem não tem divulgação, é um número muito bom", acredita Braga. "Somos muito mais conhecidos pela internet do que pelo CD."

Braga está utilizando sua experiência na criação do selo digital da ONG baiana Eletrocooperativa, que estréia com um catálogo incluindo as bandas Lampirônicos e Rônei Jorge e os Ladrões de Bicicleta, além do cantor Lucas Santtana.

O coletivo carioca Fronha é outro exemplo de abertura de caminhos pela rede. Mesmo fazendo uma produção experimental --e pouco conhecida até na cena de música eletrônica--, eles foram convidados a participar da edição de 2004 do festival mineiro Eletronika graças ao selo Fronha Records, no ar desde 2002.

"Somos 15 pessoas que criam o tempo todo e vamos escoando a produção pelo site", fala o músico Marcelo Mendes, 36, um dos integrantes do Fronha. O selo já contabiliza 36 lançamentos, entre EPs (formato com três ou quatro faixas), discos e singles, alguns com mais de mil downloads, como o do projeto KKFS. Além do show em Belo Horizonte, o selo rendeu a Mendes um disco em parceria com produtores alemães. "Fiz amigos no mundo todo", diz ele.

Boom

Se no Brasil eles começam a se espalhar agora, no exterior os selos digitais, ou "netlabels", como são conhecidos, são populares desde a década de 90, época em que surgiram sites como o do extinto coletivo Kosmic Free Music Foundation, com produções gratuitas na internet. Atualmente, a seção dedicada a essas gravadoras na principal biblioteca virtual, a Archive, lista 7.980 endereços, com músicas de todos os estilos.

Na Europa, existem até festivais dedicados a reunir essa produção, como o Netaudio´06 - London Netlabel Festival, que acontece dias 15 e 16 de setembro, em Londres -em 2005, ocorreram eventos também na Alemanha e Suíça.

"De fato é uma tendência. [Os selos] devem surgir no formato de portais, distribuindo gratuitamente ou vendendo as faixas", prevê Messias Bandeira, 39, diretor da Faculdade de Tecnologia e Ciências, na Bahia, e autor de uma tese de doutorado sobre como as tecnologias estão repercutindo na indústria fonográfica.

Portais x Selos

Bandeira acredita que esse é um modelo que está "engatinhando", mas que é "bastante promissor". "Em cinco anos, o que a gente entende como mercado fonográfico hoje estará completamente diferente", vislumbra ele.

No momento, não há um formato pré-determinado para que um selo seja considerado digital. O que há, sim, é uma tentativa dos "netlabels" de se diferenciar de portais de música, como o Trama Virtual.

"O portal é um aglomerado para divulgação de artistas, como o My Space, por exemplo. O selo seria um passo depois disso", afirma o DJ Tee, 26, do selo digital de música eletrônica Conteúdo Records, de Belo Horizonte.

Esse passo, seria, essencialmente, a preocupação com uma direção artística, que reúne as músicas em singles e EPs, os mais comuns no momento, ou CDs, principalmente coletâneas.

"Os selos têm um catálogo e se tornam conhecidos por eles", explica Tee. Na lista do Conteúdo Records consta o "Mourisco EP", lançado em dezembro de 2005, com músicas dos produtores Menorah, 3nity e Duduart.

"Faremos lançamentos periódicos para mostrar para as pessoas que o selo não precisa existir fisicamente", conta Tee.

Finanças

Por enquanto, os brasileiros fazem tudo na camaradagem: ninguém paga para incluir a música, ninguém paga para baixar. Mas como sobreviver no futuro?

"Acredito em uma possibilidade de patrocínio", diz Fernando Rosa, 52, do selo de rock Senhor F, de Brasília. Rosa, que lançou 16 singles, cada um com uma média de mil downloads, explica que, para vender, é preciso desenvolver um sistema operacional "pesado". "Posso até cobrar, mas não acredito muito nisso. Se as pessoas não compram mais CD, por que vão pagar para baixar na rede?", questiona.

Bandeira discorda: "Acho plenamente possível o artista sobreviver com a internet. Ele pode vender faixas, CDs, DVDs, explorar todas as possibilidades".

É pagar para ver...

Consumidor poderá fazer consultas a processos no site do Procon

O consumidor pode consultar em tempo real, a partir de hoje, seus processos no Procon de Goiás. O projeto está em fase piloto

e, em 15 dias, será disponibilizado em mais nove Estados (Acre, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará,

Paraíba, Rio de Janeiro e Tocantins).

Até hoje, essa consulta podia ser feita apenas por telefone ou no atendimento do próprio Procon.

"O acesso está muito mais fácil", disse Ricardo Morishita, diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do

Ministério da Justiça. Segundo ele, o objetivo dessa ferramenta é dar mais transparência ao trabalho feito pelos Procons.

Para ter acesso a esse serviço, o consumidor precisa informar o número do CPF (Cadastro da Pessoa Física) e o número do

atendimento do Procon. Ele terá disponível no computador todo o trâmite de seu processo, como a data em que a empresa foi

notificada.

Na segunda etapa do programa, prevista para ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano, entrarão mais quatro Estados: Rio

Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas e Rio Grande do Norte.

Outros Estados estão em fase de convênio com o Departamento de Defesa e Proteção do Consumidor (Pernambuco, Maranhão, Ceará,

Piauí e Mato Grosso do Sul).

O Procon de São Paulo, por não estar conveniado ao Sindec (Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor), não irá

oferecer esse serviço.

Morishita acredita que outras funcionalidades podem ser oferecidas dentro do Sindec, que já permite que qualquer consumidor

consulte as reclamações feitas contra uma determinada empresa no

site do sistema
.

Veja como converter formatos de imagens

"Possuo imagens no formato Bitmap e gostaria de transformá-las em JPEG. O que devo fazer?"
Matheus Rosim Braghetta

Resposta

Se for salva no formato JPEG, uma imagem BMP pode ter o seu tamanho reduzido em até 15 vezes. A forma mais simples para fazer

isso é usar o programa Paint, que fica na pasta de Acessórios, no botão Iniciar do Windows.

Com esse soft, basta abrir a imagem BMP e usar a opção Salvar como, do menu Abrir. Na caixa de diálogo Salvar como, selecione

o tipo de arquivo JPEG no campo Salvar como. Você pode manter o mesmo nome, uma vez que outro arquivo com a extensão JPEG

será criado, ou então informar um novo nome.

Se você tem muitas imagens para serem convertidas, a saída é usar um programa que faça a conversão em lote. Um exemplo desse

tipo de ferramenta é o Bimp Lite (grátis, em www.cerebralsynergy.com).

O programa, além de fazer a conversão do tipo de arquivo, permite criar versões de tamanhos diferentes e outros efeitos. Ele

também é capaz de converter várias imagens automaticamente.

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Sobre o Portal da 25 de Março

O Portal da 25 de Março foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área doméstica em geral.