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Notícias na 25 de março

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ANATEL ABRE CONSULTA PARA ALTERAR COLETA DE DADOS DE SERVIÇOS

A Anatel abre, nesta segunda-feira, 10, a consulta pública com a proposta de alteração da coleta de dados para o serviço móvel, telefonia fixa e TV por assinatura. O prazo de contribuição se encerra no dia 26 deste mês.

Nos três serviços, a coleta de dados se restringirá à empresa, ao município, natureza da pessoa que recebe o serviço, se jurídica ou física, e tipo de acesso, ou seja, a tecnologia empregada. No caso da telefonia móvel, o tipo de acesso será discriminado por serviço: apenas para voz, apenas para dados, voz ou dados, IoT (internet das coisas, na sigla em inglês) e o tipo de cobrança, se pré ou pós-paga.

Ainda no serviço móvel, serão necessárias informações sobre parceiros comerciais, ou seja, credenciadas que prestam o serviço móvel virtual. Segundo a agência, além de uniformizar e simplificar as informações de acessos, a proposta marca a entrada em operação do novo sistema para gerenciar os envios dos dados setoriais (https://sistemas.anatel.gov.br/dici).

A proposta da alteração da coleta de dados da banda larga fixa já está em consulta pública.

(Fonte: Lúcia Berbert) - 10/02/2020
Facebook prevê capacitar 50 mil jovens no Brasil em 2020

A Estação Hack, centro de inovação do Facebook, capacitou 26 mil pessoas nos últimos dois anos

O Facebook pretende dobrar a capacidade de formação do seu centro de inovação, a Estação Hack, no País: a rede social prevê capacitar cerca de 50 mil jovens brasileiros neste ano, com cursos em áreas como programação e desenvolvimento de aplicativos - nos últimos dois anos, o projeto capacitou 26 mil pessoas.

"Para aumentar a capacidade dp centro de inovação estamos apostando em cursos online e em cursos para capacitação de professores", disse Eduardo Lopes, diretor da Estação Hack, em evento na manhã desta terça-feira, 4, em São Paulo. Para os cursos online, a empresa conta com a parceria com a plataforma de treinamento Digital House.

Para seus cursos, a Estação Hack busca principalmente jovens de escolas públicas. "Os cursos são gratuitos e nossa prioridade é chegar em alunos que não têm condições de pagar por essa formação, que costuma ser cara", afirmou Lopes. Segundo a empresa, nos últimos anos, cerca de 80% dos alunos capacitados pela Estação Hack eram de escolas públicas. Além disso, aproximadamente 35% dos estudantes eram mulheres.

A Estação Hack foi inaugurada em 2018 na Avenida Paulista, em São Paulo. Para a expansão de seus cursos, o projeto também aposta em seu programa itinerante, o Estação Hack na Estrada, para oferecer cursos de programas para cidades além de São Paulo. Em 2020, o centro de inovação do Facebook pretende chegar a cidades como Campinas, Vitória, Brasília, Porto Alegre, São Luís e Natal. A empresa ainda não tem planos de inaugurar novos espaços físicos neste ano.

Inovação
Além dos cursos de capacitação, a Estação Hack também acelera startups, especificamente da área de impacto social - os programas têm parceria com a aceleradora Artemisia. Desde 2018, foram aceleradas 40 startups no centro de inovação (10 empresas a cada semestre) - o programa é aberto para negócios de qualquer região do Brasil. Ao todo, essas startups levantaram R$ 42 milhões em
investimentos.

Agora em 2020, o objetivo é acelerar 15 startups por semestre. "Vamos focar principalmente no nosso programa de residência, e pretendemos trazer mais empresas de fora de São Paulo para a Estação Hack", disse Lopes. A empresa está buscando startups que já passaram por algum tipo de experiência de aceleração.

O programa de aceleração de startups e o de capacitação de jovens conversam entre si. "Alguns alunos acabam sendo contratados por startups", afirmou Lopes.

(Fonte: Giovanna Wolf - Estadão) - 10/02/2020
Volume de aportes em startups cresce 80% no País e chega a US$ 2,7 bi em 2019

Segundo pesquisa realizada pela consultoria de inovação Distrito, foram realizadas 260 rodadas de investimentos em empresas de tecnologia do País no ano passado; setor de fintech lidera em quantia e quantidade de cheques

O ecossistema brasileiro de startups registrou recorde no volume de investimentos recebidos em 2019: segundo levantamento da consultoria de inovação Distrito, as empresas de tecnologia do País receberam US$ 2,7 bilhões em aportes no ano passado. É um crescimento de 80% na comparação com 2018, quando houve cheques que totalizaram US$ 1,5 bilhão.

Ao todo, 260 rodadas de investimento foram realizadas na temporada passada, de acordo com números que fazem parte de estudo revelado com exclusividade ao Estado. O número de aportes cresceu 8,3% na comparação com a temporada de 2018, mas não bateu recordes - em 2017, aconteceram 263 investimentos no País, totalizando US$ 905 milhões. "Há uma evolução maior do mercado nacional e também uma maior liquidez no mercado global. Isso tudo beneficia os investimentos", avalia Gustavo Gierun, cofundador da Distrito.

Responsável por ao menos dez cheques em startups brasileiras no ano passado, incluindo os unicórnios Gympass, QuintoAndar e Loggi,, o grupo japonês SoftBank surge como fiel da balança desse crescimento. Segundo análise da reportagem, as rodadas que contaram com a participação da empresa movimentaram cerca de US$ 1,3 bilhão, respondendo por quase metade do volume de aportes registrado em 2019.

O cenário deve ser diferente neste ano, depois dos problemas apresentados por WeWork e Uber, duas das principais apostas do SoftBank no exterior - a asiática já admitiu que fará menos investimentos no País em 2020. Na visão de Gierun, isso não necessariamente será um problema: "o mercado tem se sofisticado nos últimos anos e atraído cada vez mais investidores estrangeiros", avalia.

Fintechs lideram em quantidade e volume de aportes
Segundo o levantamento realizado pela Distrito, as fintechs (startups de serviços financeiros) foram o setor que mais recebeu atenção dos investidores no Brasil. Foram ao todo 62 investimentos, que somaram US$ 935 milhões - entre eles, estão os US$ 400 milhões da rodada que levou o Nubank a ser avaliado em cerca de US$ 10 bilhões.

O crescimento do segmento também chama a atenção: em 2018, as fintechs brasileiras receberam US$ 338 milhões. O salto foi de 276%. "É um setor que está sofrendo uma revolução intensa, que deve aumentar nos próximos anos", afirma Gierun. "Novas regulações, como open banking, pagamentos instantâneos e cadastro positivo, também abrem espaço para que startups disputem de igual para igual com os grandes incumbentes. Há muitas oportunidades."

Em segundo lugar no que diz respeito a setores, ficou a área de HR Tech (startups de recursos humanos), com total de US$ 344 milhões - desses, US$ 300 milhões foram destinados à Gympass, empresa que oferece um serviço corporativo de atividade física. Completando o pódio em volume de investimentos, está o setor de startups de imóveis, que receberam US$ 335 milhões em aportes. Novamente, o valor foi desbalanceado pelos aportes em duas gigantes do setor: Quinto Andar (US$ 250 milhões, em rodada liderada pelo SoftBank) e Loft (US$ 70 milhões, em aporte liderado pelo fundo do Vale do Silício Andreessen Horowitz).

A maioria dos investimentos realizados no País, porém, está longe da casa das dezenas ou centenas de milhões - apenas 11 investimentos aconteceram após a Série C, jargão do setor que identifica aportes realizados costumeiramente em empresas já maduras.

Segundo o levantamento da Distrito, 87 aportes foram realizados em capital-semente, quando a startup ainda está em estágio inicial de desenvolvimento. Normalmente, são cheques avaliados entre R$ 500 mil e R$ 5 milhões. Outros 40 investimentos foram realizados na fase de Série A, quando a empresa já começou a amadurecer seu produto. Além disso, 38 investimentos foram realizados em fase pré-semente, quando a empresa ainda está em estágio embrionário.

(Fonte: Bruno Capelas) - 29/01/2020
Grow reduz operação e tira patinetes de 14 cidades no Brasil

A empresa também anunciou que as bicicletas da Grow estão temporariamente fora de circulação; segundo fontes ouvidas pelo Estado, falta de capital, disputas internas e problemas de mercado afetaram momento da empresa

A startup latina de mobilidade Grow, resultado da fusão entre a mexicana Grin e a brasileira Yellow, anunciou que vai reduzir suas operações no País. A partir desta quarta-feira, 22, a empresa vai encerrar o serviço de compartilhamento de patinetes elétricos em 14 cidades - os veículos estarão disponíveis apenas em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Além disso, a companhia vai interromper temporariamente o serviço de compartilhamento de bicicletas em todo o País, para um processo de "checagem e verificação das condições de operação e segurança".

Em comunicado distribuído à imprensa, a Grow também afirmou que fará demissões, mas se negou a fornecer um número de funcionários e parceiros que serão cortados - em várias cidades, a empresa remunera profissionais que recolhem e recarregam a bateria dos patinetes. "Planejar essa reestruturação nos colocou diante de decisões difíceis, porém necessárias para aperfeiçoar a oferta de nossos serviços e consolidar a nossa atuação na América Latina", disse o presidente executivo da empresa, Jonathan Lewy, em nota.

O anúncio da redução das operações da Grow é o segundo baque no mercado de micromobilidade no Brasil. Na primeira quinzena de janeiro, a americana Lime também anunciou que iria encerrar seus serviços em toda a América Latina, com a justificativa de cortar custos - analistas estimam que a companhia teve prejuízo de US$ 300 milhões no ano passado. Mas talvez seja cedo para decretar que este seja o fim do setor de patinetes compartilhados. Segundo fontes ouvidas pelo Estado, a reestruturação da Grow está bastante relacionada a problemas da própria empresa, como falta de capital e disputas internas sobre hierarquia e visão de futuro.

Os patinetes deixarão de operar nas seguintes cidades: Belo Horizonte, Brasília, Campinas (SP), Florianópolis, Goiânia, Guarapari (ES), Porto Alegre, Santos (SP), São Vicente (SP), São José dos Campos (SP), São José (SC), Torres (RS), Vitória e Vila Velha (ES).

Tropeços
Criada em janeiro de 2019, a Grow surgiu a partir de duas empresas promissoras: a mexicana Grin, que espalhou seus patinetes pela América Latina, e a brasileira Yellow, fundada em abril de 2018 por Eduardo Musa, ex-presidente executivo da Caloi, e dois veteranos da tecnologia de mobilidade - Ariel Lambrecht e Renato Freitas, cofundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99. Em seus primeiros aportes, a Yellow levantou quantias significativas (US$ 9 milhões em investimento semente e US$ 63 milhões na primeira grande rodada de investimentos), o que fez a empresa ser avaliada como "futuro unicórnio" - status mantido após a fusão latina, uma operação que envolveu US$ 150 milhões.

Mas essa promessa não se concretizou: segundo apurou a reportagem com pessoas próximas à empresa, havia a expectativa de que uma nova rodada de aportes acontecesse em meados de 2019. Em abril do ano passado, o Estado chegou a noticiar que a Grow negociou um aporte de US$ 150 milhões, liderado pelo grupo japonês SoftBank - procuradas pela reportagem, tanto a startup como a empresa de Masayoshi Son disse que não comenta o assunto. O aporte levaria a avaliação de mercado da Grow para cerca de US$ 700 milhões. As negociações foram frustradas por divergências sobre números estratégicos, disseram as fontes, o que levou a uma descapitalização da Grow.

Visões diferentes sobre o futuro da empresa também pesaram: desde o início, a Grin apostava no negócio de patinetes, enquanto a Yellow pretendia usar o serviço de bicicletas, mais barato, como porta de entrada para novos usuários. O alto custo de manutenção das magrelas e as disputas internas entre mexicanos e brasileiros também pesaram - após a fusão, a Grin deteve maior poder no conselho de administração da companhia.

Segundo as fontes ouvidas pela reportagem, havia "ciúmes" e indefinição no organograma da empresa, até pela representatividade de São Paulo e Rio de Janeiro como principais mercados de patinetes na América Latina. As disputas levaram à saída de Lambrecht do dia-a-dia da empresa - a assessoria de imprensa da Grow informou ao Estado que o executivo é apenas "fundador e acionista" da companhia.

Dessa forma, a startup ficou sem nenhum dos fundadores da Yellow envolvido na operação - Freitas e Musa, por sua vez, já não são mais acionistas da empresa. Sobre os temas acima, a Grow disse que a "reestruturação é uma estratégia da empresa e uma necessidade do mercado, não se baseando em questões de liderança."

Dificuldades
Outros fatores de negócios também influíram para a crise da Grow, como o fato de que os patinetes ainda têm alto custo para muitas pessoas - uma corrida de dez minutos custa em torno de R$ 8. Além disso, há a difícil manutenção, com peças muitas vezes importadas, e o fato de que boa parte dos veículos que chegaram às ruas brasileiras não estavam preparados para o compartilhamento urbano. As bicicletas também sofreram com o mesmo problema, com o agravante de que sua margem de lucro era bem mais baixa. Por conta disso e também pelo poder exercido pela Grin dentro da empresa, as fontes ouvidas pelo Estado não descartam a hipótese de que o serviço de bicicletas seja desativado definitivamente. "Ainda não há previsão para o retorno do serviço", informou a startup. "Estamos em busca de parcerias públicas e privadas para fortalecer e expandir sua operação."

Aposta da empresa para sanar esses problemas e baratear sua operação, a fábrica na Zona Franca de Manaus ainda não saiu do papel - o plano inicial era que a linha de produção entregasse as primeiras unidades no começo de 2020, mas, questionada pelo Estado, a Grow disse que está avaliando como seguirá com o projeto. "Nosso foco é na reestruturação na América Latina", afirmou a startup.

Também pesou o crescimento acelerado da empresa, que saltou de 4 para 17 cidades brasileiras no intervalo de um ano, entre dezembro de 2018 e o mês passado. Segundo fontes, a expansão não levou em consideração características próprias de cada local, como relevo, demanda e até poder de consumo da população. "Cada cidade tem de ser pensada com um projeto próprio, com personalização, não adianta chegar com uma única solução, já pronta", afirmou um analista que preferiu não se identificar.

Por fim, a falta de regulamentação sobre o uso de patinetes gerou crise de imagem para o setor - em julho, a falta de diálogo entre autoridades e startups levou à apreensão de patinetes na capital paulista, em uma movimentação com a qual a Grow bateu de frente com a Prefeitura local.

FMI AFIRMA QUE POLÍTICAS DOS EUA COLOCARAM INDÚSTRIA DE TECNOLOGIA EM RISCO

Protecionismo norte-americano e guerra comercial com a China afetaram cadeias produtivas globais, e ainda são fatores sérios de risco para o crescimento em 2020.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou hoje, 20,
um relatório sobre as perspectivas econômicas mundiais. Nele, afirma que há mais motivos para preocupação do que otimismo quanto aos rumos da economia global, cujo crescimento foi revisto para baixo.

Um dos riscos apontados como mais proeminentes é o protecionismo promovido pelo governo de Donald Trump nos Estados Unidos. Conforme a análise do fundo, o aumento recente de tarifas de importação com seus parceiros de comércio internacional “abalou o sentimento negocial” e contribuiu para freadas “cíclicas e estruturais” em muitos países ano passado.

Tal protecionismo, cujo melhor epítome seria a guerra comercial com a China, prejudicou em especial a indústria de tecnologia, “colocando em risco cadeias logísticas mundiais”. O fundo alerta para o uso de argumentos sobre segurança nacional e proteção monetária como justificativas para a expansão desse protecionismo. E duvida de mudança de sentido neste ano.

Para o FMI, o mundo chegou ao fundo do poço em 2019 quanto ao baixo crescimento do comércio e da indústria mundial. Mas as tensões dos norte-americanos com os parceiros comerciais, como Europa e China, podem colocar tudo a perder e resultar em crescimento menor que o visto nos anos anteriores.

“Uma solução duradoura para as tensões comerciais e tecnológicas continua a ser enganosa, embora haja notícias esporádicas a respeito de negociações em andamento”, afirma o material.

Exemplo de tais notícias esporádicas é o acordo comercial fechado entre Estados Unidos e China na semana passada. No caso, a China se comprometeu a comprar US$ 200 bilhões em produtos dos EUA nos próximos dois anos, inclusive US$ 50 bilhões em itens de agricultura que também são comprados do Brasil, como soja, porco e algodão. Em contrapartida, os EUA vão baixar de 15% para 7,5% as tarifas impostas sobre o equivalente a US$ 120 bilhões em produtos chineses que entram no país todo ano. O acordo também prevê o fim da exigência para que empresas de tecnologia americanas transfiram conhecimento a empresas chinesas para entrar no mercado local. Os chineses também se comprometem a respeitar propriedade intelectual e de marca, coibindo a pirataria.

O FMI alerta que o resultado do aumento do protecionismo poderá ser catastrófico. Pode gerar um efeito cascata sobre o mercado financeiro, que buscaria reduzir a exposição a riscos. Empresas que precisem emitir debêntures terão de aumentar juros, assim como títulos soberanos. Haveria retração dos gastos com maquinários, equipamentos e bens duráveis. Eventualmente, o aumento da procura do mercado financeiro por aportes mais seguros afetaria o setor de serviços. Em consequência, e então o mundo experimentaria uma desaceleração econômica mais forte.

Por fim, o FMI ressalta que para se evitar um voo de galinha em 2020, governos devem fortalecer a cooperação multilateral, ampliar a inclusão social, assegurar o funcionamento de redes de segurança social para proteção das pessoas mais vulneráveis e fortalecer a coesão social – estes dois últimos pontos, especialmente nos países em desenvolvimento.

PROJEÇÕES
Com ou sem riscos, a expectativa do FMI é que a economia mundial cresça 3,3% neste ano, ante 2,9% em 2019. Os países emergentes deverão crescer 4,4%, ante 3,7% no ano que passou. As previsões mostram, portanto, que o FMI reduziu sua expectativa, uma vez que no relatório de 2018 projetava expansão de 3% em 2019 e de 3,4% neste ano.

O Brasil, ao lado de Índia, México, Rússia e Turquia, figura entre as economias que vão crescer menos que o estimado em 2019. Em 2018, o fundo acreditava em crescimento de 1,3% do PIB brasileiro para 2019. Agora, diz que não passará de 1,2%. Em 2020, há melhora de perspectiva para o país em 0,2 p.p., para 2,2%, em função da aprovação da reforma da previdência e retomada do setor de mineração.

(Fonte: Rafael Bucco RAFAEL BUCCO ) - 20/01/2020
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