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Índia proíbe 59 aplicativos, incluindo TikTok e WeChat

A Índia proibiu 59 aplicativos para smartphone, a maioria chineses, incluindo TikTok, UC Browser da Alibaba e WeChat da Tencent, citando preocupações de segurança, informou o governo em comunicado nesta segunda-feira.



Manifestante na Índia mostra cartaz defendendo boicotes contra a China. 18/6/2020. REUTERS/Amit Dave

Foto: Reuters

Os aplicativos são "prejudiciais à soberania, integridade e defesa da Índia, segurança do Estado e ordem pública", afirmou o Ministério da Tecnologia da Informação.

A proibição ocorre após um conflito na fronteira entre os dois países no início deste mês, no qual 20 militares indianos morreram.

(Fonte: Reuters) - 29/06/2020
iPhone 12 pode ser vendido sem carregador e fone de ouvido, diz analista

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, que costuma fazer previsões certeiras sobre os lançamentos da empresa, a Apple não vai mais incluir os itens na caixinha do iPhone para diminuir custos e manter o aparelho em preços semelhantes ao iPhone 11

Quem aguarda o lançamento do próximo iPhone no fim do ano pode ter uma surpresa: a Apple está considerando não incluir fones de ouvido com fio e carregador do aparelho no kit do smartphone. A informação foi divulgada pelo site 9to5Mac neste domingo, 28, baseada nas informações do analista especializado na marca Ming-Chi Kuo - há anos, ele costuma fazer previsões certeiras sobre os lançamentos da empresa.

De acordo com o site, a Apple pretende vender o iPhone 12 com preços semelhantes à sua versão anterior. Para isso, reduzir a quantidade de itens na caixinha pode ser uma solução para deixar o kit mais barato e ainda incrementar sua loja de produtos com a venda separada dos acessórios.

Ainda não está claro, porém, se o cabo de carregamento vai estar presente na embalagem. Kuo ainda relembra que a Apple está apostando nos carregadores de 20W, que serão vendidos separadamente e vão substituir os outros dispositivos de 5W e 18W, indicando que a Apple não vai mais produzir os carregadores de potência menor.

Segundo o site, ainda sem data de lançamento, o iPhone 12 está previsto para ser lançado em quatro versões: uma menor, com tela de 5,4 polegadas, dois modelos com tela de 6,1 polegadas e a versão "max", com tela de 6,7 polegadas — maior que a tela do iPhone 11 Pro Max, que é de 6,5 polegadas.

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 29/06/2020
A PANDEMIA NOS TORNOU MAIS REFÉNS DA TECNOLOGIA, AVALIA O FILÓSOFO JOÃO DE MORAES

Doutor pela Unicamp, mestre pela Unesp, Moraes conversou com o Tele.Síntese sobre as transformações que a pandemia trará à relação humana com a tecnologia. Diz que, neste momento, a crise expõe desigualdades informacionais e propõe o acesso gratuito à internet como remédio.

Em meio ao isolamento social ocasionado pela pandemia do Covid-19, o uso das tecnologias se intensificaram. De acordo com a pesquisa Hibou e da plataforma de dados Indico, de 2.400 entrevistados em todo o país, 59,9% dos brasileiros estava trabalhando em home office no mês passado.

O fenômeno trouxe reflexos sobre as redes das operadoras, que passaram a funcionar com tráfego mais intenso, especialmente em áreas residenciais ao longo do dia. Mas tem impacto também sobre o funcionamento da sociedade, nosso estilo de vida e escancara as diferenças, como bem aponta o professor João de Moraes.

“A pandemia altera a forma como a gente se relaciona com a tecnologia, de modo que acabamos ficando mais reféns dela”, avalia. Moraes é doutor em Ética Informacional pela Unicamp, mestre pela UNESP, coordenador e professor do Departamento de Filosofia da Faculdade João Paulo II (FAJOPA), e falou com o Tele.Síntese de sua casa, numa entrevista feita por telefone.

A pandemia se dá em um momento de transformação digital da sociedade e da chegada da 5G. E já serve para explicitar diferenças que precisam ser reduzidas. “O que a gente tem com a pandemia é uma amplificação das desigualdades sociais em quaisquer estágios que você queira analisar, vemos por exemplo, a diferença da possibilidade de estudo entre as escolas particulares e as estaduais, nas questões educacionais”, explica.

Segundo ele, a crise sanitária vai catalisar transformações, gerar ansiedade e levará as pessoas a repensarem o uso excessivo que fazem da tecnologia quando a poeira baixar. Será preciso buscar a compreensão de que precisaremos ter momentos de “modo avião”, diz. Leia abaixo a conversa que tivemos com o acadêmico.

Tele.Síntese: De que maneira a pandemia mexe com a forma como nos relacionamos com a tecnologia?

João Moraes: A pandemia altera a forma como a gente se relaciona com a tecnologia, de modo que acabamos ficando mais reféns dela. Com essa política de isolamento que é a sugestão da OMS, sendo o mecanismo mais adequado para lidar com esse tipo de contexto, a tecnologia fica como uma saída para que a gente possa ter um contato com o mundo externo, é a manutenção da nossa dinâmica rotineira. Então, acredito que a tecnologia acaba se amplificando no nosso dia a dia de um modo que, por mais que tenhamos nos acostumado a utilizá-la na circunstância massiva, houve uma intensificação quase que abrupta da quantidade de tempo que a gente passa nesse artefato tecnológico.

Tele.Síntese: Essas mudanças serão permanentes?

Moraes: Podemos ter duas situações possíveis, uma é o aprimoramento da qualidade do uso da internet, as pessoas começarão a melhorar sua capacidade de noção e entendimento de como esse ambiente funciona, e como ele pode servir. Mas, também às vezes podemos entrar numa situação de cansaço e exaustão, por conta do conteúdo massivo e a obrigatoriedade em algumas situações na vida cotidiana do uso da tecnologia para que a gente possa dar conta dos nossos compromissos

diários. Pode ser que após a pandemia as pessoas comecem a repensar a quantidade de tempo permanente nesse mundo virtual.

Tele.Síntese: Haverá alguma mudança significativa do uso que fazemos da internet?

Moraes: O significativo, pode ser entendido nesse caso como nesse sentido de sabedoria de utilização, manuseio da internet e conhecimento de novas plataformas. Um exemplo básico são as plataformas de videoconferência, que já estavam aprimoradas antes da pandemia, mas apenas uma pequena parcela da população conhecia esse tipo de tecnologia. É um exemplo simples do avanço significativo da internet. Graças à pandemia, a gente acaba tendo um conhecimento maior dos usos

possíveis da internet, de uma forma que extrapole apenas o uso das redes sociais.

Tele.Síntese: A pandemia acontece, por coincidência, em um momento de forte transformação na conectividade. A 5G chegou a muitos países, metade da população mundial acessa a internet, as internet das coisas caminha para ser muitas vezes maior em fluxo de dados do que a “internet humana”, a inteligência artificial já virou exigência nas empresas que queiram continuar existindo. Qual o papel do humano no futuro? A pandemia já dá pistas desse papel?

Moraes: Acredito que o papel do ser humano é justamente fazer uma posição crítica da qualidade e das questões éticas por trás da manipulação da informação. A questão da 5G está sendo discutida e começando a ser incorporada no Brasil, mas ainda há uma discrepância gigantesca em relação ao próprio acesso a internet comum, banda larga ou a 3G. O papel do ser humano nesse contexto da sociedade de informação, no qual as tecnologias dialogam entre si, está nos caminhos que essas tecnologias podem vir a percorrer, e principalmente nas tomadas de decisões. Temos a tecnologia de big data que interage justamente com esses tipos de tecnologias citadas, elas direcionam muito sobre as decisões tomadas no campo do humano, então o papel fundamental do ser humano nessa sociedade que está por vir é ter um posicionamento crítico acerca dos limites da utilização dessa tecnologia.

Tele.Síntese: O uso constante das tecnologias durante o isolamento pode ser considerado mais benéfico ou tende a ser prejudicial? Você já deve ter ouvido reclamações de amigos que estão trabalhando mais em casa do que na empresa…

Moraes: Acho que vem muito da pré-pandemia, de como o uso já era feito, acho que a gente tem um certo tipo de uso de intensificação, no sentido que podemos ter benefícios ao tentar manter a normalidade da nossa vida e pode ser prejudicial nas questões emocionais que surgem na pandemia, como ansiedade, falta de compreensão de o que vai ser do futuro, de quando isso vai acabar… Então a internet acaba contribuindo para uma tentativa de a gente manter nossa

rotina, porém ela também acaba carregando problemas que são intrínsecos, como maior consumo de informações de fontes duvidosas, uma enxurrada de informação que ao invés de contribuir para a ansiedade, a prejudica.

Vivemos em bolhas informacionais, ou seja, a gente busca as informações que nos agradam. Acredito que com o maior consumo de internet, vamos estar cada vez mais dentro da nossa bolha, já que não há o contato com pessoas que não estão na nossa bolha, temos menos conflito com as diferenças, e com menos conflitos, temos menos conhecimento efetivo, conhecimentos adequados. Dessa forma, gera-se uma crise de conhecimento complicada.

Tele.Síntese: Como podemos evitar esse sentimento de ansiedade com o uso constante da tecnologia?

Moraes: A ansiedade já é considerada uma doença gerada pelo uso intenso da tecnologia, devido à essa necessidade de ter um acesso e de verificar se tem alguma novidade o tempo todo. Acredito que uma estratégia para a gente conseguir lidar com ansiedade de informação de uso da tecnologia é adequar alguns hábitos e tentar aos poucos viver no modo avião.

Tele.Síntese: Qual parcela da população sofre um maior impacto no decorrer do isolamento? É possível suprir tais impasses com auxílio de serviços de sistemas de comunicações? Há um risco de a pandemia aprofundar diferenças sociais, com base na conectividade?

Moraes: Com certeza a população classe baixa, e por vários motivos. Na questão da educação, por exemplo, a alternativa é de manter a regularidade do sistema à continuação com a tecnologia, mas boa parcela da população não possui uma conexão, e boa parte da população não tem nem espaço que permita o estudo, caso tenha acesso ao computador. O público da classe baixa tem que ter a condição de fazer um bom isolamento social.

Temos uma excelente alternativa com a oferta de internet gratuita, é um primeiro passo muito interessante. Ele é necessário, porque começa a dar oportunidade para as pessoas que não têm poder aquisitivo de acessar a internet. O segundo passo, seria o uso adequado da internet, já que as pessoas iriam começar a tomar consciência de toda a possibilidade que a internet oferece. Acredito que sim, o primeiro passo para contribuir com uma diminuição da desigualdade em relação a conectividade é a disponibilização de planos gratuitos.

Tele.Síntese: Há um risco de a pandemia aprofundar diferenças sociais, com base na conectividade?

Muito! O que a gente tem com a pandemia é uma amplificação das desigualdades sociais em quaisquer estágios que você queira analisar, vemos por exemplo, a diferença da possibilidade de estudo entre as escolas particulares e as estaduais, nas questões educacionais. Outro tipo de desigualdade social é a de lavar as mãos. Boa parte da população não tem água diariamente, e a recomendação básica é lavar as mãos. Temos um grande problema de acesso a internet também. Muitas pessoas têm acesso gratuito apenas às redes sociais, e o que excede a isso não faz parte do acesso dessas pessoas, então você depende dessas informações que são compartilhadas nas redes sociais, o que cria um abismo entre as pessoas que têm acesso à informação e as que não tem. Isso acaba tendo um impacto social, político e econômico muito grande na sociedade.

Tele.Síntese: Em razão do Coronavírus, várias medidas foram tomadas por grandes empresas do setor, como a criação de uma carteira digital para famílias de baixa renda e acesso gratuito a salas de aula virtuais. A pandemia precipitou transformações que ainda demorariam alguns anos para sedimentar?

Moraes: Acredito que sim. A pandemia chegou e permitiu que vejamos na prática medidas que já estavam sendo planejadas, ela acelerou diversas decisões possíveis. Em relação a essas medidas, a questão é que agora que já foi implementada, a gente consiga dialogar e verificar de que modo está sendo efetivado e utilizado para que não tenhamos problemas para os cidadãos futuramente.

Tele.Síntese: A privacidade antes da pandemia já era motivo de preocupação, com o uso mais intenso da internet para intermediar relações que antes, os rastros digitais ficam mais longos. Como as pessoas conseguirão manter o controle sobre os dados pessoais que circulam por aí?

Moraes: A questão é se é possível, e acredito que não seja. É muito difícil que as pessoas consigam uma segurança dos seus rastros digitais, especialmente por causa das aprovações feitas de forma imediata e sem debate mais aprimorado.

Ainda mais com a questão da LGPD, que foi postergada para o ano que vem. Então, com os mecanismos políticos de controle e segurança de dados jogados para frente, fica difícil haver uma credibilidade, visto que há um histórico de roubo de dados no país. Seria possível se houvesse mecanismos que os indivíduos pudessem utilizar para reivindicar seus direitos de proteção à privacidade.

Tele.Síntese: Na sociedade conectada a informação circula rápido e suas consequências aparecem mais rapidamente. E causa forte reação social – como o aparecimento de grupos extremistas. Há uma vertigem informacional? Isso gera reação, como intolerância, busca por soluções simples para temas complexos? Qual a saída para o que parece ser uma erosão da relação cordial entre as pessoas na internet?

Moraes: Sim, com certeza. Uma das coisas que faltam para a nossa maturidade de manipulação da internet, é justamente uma capacidade de filtrar as informações que a gente tem acesso, porque cada vez são mais informações, a conectividade é cada vez maior e há mais pessoas produzindo informação. Com isso, temos uma enxurrada de informação diária, e acabamos tendo, cada vez mais, um inchaço dessa bolha virtual que culmina grupos extremistas, por exemplo, e gera essa vertigem.

A saída seria a humildade, entendermos que podemos estar errados, e que nem tudo o que achamos, realmente corresponde com a realidade. Temos que conseguir fazer o movimento de confronto de uma maneira educada. Muitas pessoas ainda estão conhecendo o que a internet pode ofertar e essa utilização da tecnologia acaba requerendo uma maturidade de uso. Creio que uma alternativa nesse contexto de isolamento é acelerar o nosso amadurecimento digital, que consigamos desenvolver essa cordialidade no ambiente online também.

*Flávia Gonçalves é estagiária no Tele.Síntese

(Fonte: FLÁVIA GONÇALVES) - 22/06/2020
PANDEMIA FEZ MERCADO DE TABLETS ENCOLHER MENOS QUE O PREVISTO

Queda foi de 3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a projeção inicial para o período era de 10% de retração

No primeiro trimestre de 2020 foram vendidos 674.163 tablets no Brasil, queda de 3% no mercado em relação aos três primeiros meses do ano passado. Para o período, a consultoria IDC Brasil previa queda de 10%, mas a pandemia de covid-19 aumentou o consumo desse dispositivo.

Do total de unidades comercializadas de janeiro a março de 2020, 624.512 foram consumidas pelo varejo com queda de 4,7%. E, 49.651 pelo mercado corporativo, alta de 25,7% em comparação com o primeiro trimestre de 2019. A receita foi de R$ 444,4 milhões, alta de 1,1% e o ticket médio foi de R$ 659,13, aumento de 4,1%, em relação ao mesmo período do ano passado .

De acordo com a IDC Brasil, os índices refletem duas situações de alta demanda. A volta às aulas, em janeiro, com 34,8% das unidades vendidas, e o início da quarentena, em março, com 35,5%.
“Em janeiro, tradicionalmente há uma reposição de estoques esvaziados pela Black Friday e Natal. Este ano, o mercado, que já vinha acompanhando a evolução do novo coronavírus no mundo, se preparou para atender também a demanda provocada pelas medidas de distanciamento social”, diz Rodrigo Okayama Pereira, analista de mercado da IDC Brasil. Segundo ele, os projetos do governo e educação contribuíram para o crescimento das vendas de tablets no segmento corporativo.

O analista destaca também o modelo Device as a Service. “No início do isolamento social, empresas começaram a buscar serviços de aluguel de equipamentos para o período em que seus funcionários ficariam afastados do local de trabalho”, lembra Rodrigo. (Com assessoria de imprensa)

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 22/06/2020
Finlandesa Nokia, que começou como um moinho de milho, é atualmente mais do que uma empresa de celulares

Qual é a mais tradicional e clássica produtora de celulares? Se você pensou em Apple ou Samsung, se enganou. De fato, o título pertence, inegavelmente, à Nokia, empresa finlandesa que, no primeiro semestre de 2020, completa nada menos que 155 anos de existência.

É, portanto, uma história longa e significativa, que começou em 1865, quando dois amigos construíram um moinho de milho. Logo após, Fredrik Idestam e Leo Mechelin ergueram um segundo moinho e resolveram chamar a companhia de Nokia, local da nova instalação.

Idestam se aposentou em 1902 e, assim, Michelin resolveu entrar no negócio de geração de eletricidade. Depois, uma fábrica de produtos de borracha foi erguida perto e também se chamou Nokia.

As duas empresas conviveram por mais de meio século com o mesmo nome, produzindo ainda cabos elétricos e até mesmo respiradores.

Espionagem para os EUA
Em 1967 as duas empresas se fundiram, agregando uma terceira fabricante de cabos. Estava criada, assim, a Nokia Corporation. A companhia dessa forma se reinventava, entrando também no negócio de reflorestamento e de produtos eletrônicos.

Além disso, passou a produzir equipamentos militares e a exportá-los para a então União Soviética. Aliás, muitos anos depois, a empresa admitiu que, ao negociar com os soviéticos, fazia espionagem sobre o desenvolvimento militar da URSS para os Estados Unidos.

Entrada na era do celular
Por outro lado, na década de 1980, a Nokia resolveu adquirir várias fábricas de televisores, e então se tornou a terceira maior produtora de aparelhos desse tipo em toda a Europa.

Entretanto, o negócio que tornaria a empresa mundialmente famosa ocorreu em 1981. Ela comprou uma operadora finlandesa chamada Mobira, constituindo a primeira rede de telefonia celular internacional e a primeira a permitir roaming internacional. Logo após, em 1982, lançou o seu primeiro celular, que teve o nome de Senator.

Modelo 3310 foi grande sucesso
Em outras palavras, a empresa a partir de então rapidamente se transformaria na marca de celulares mais desejada do mundo.

Aliás, quem não lembra do 3310, um modelo lançado em 2000 e que marcou época? Ele foi relançado em 2017 com cara e tecnologia mais modernas, e eventualmente ainda pode ser encontrado à venda.

O toque sonoro mais famoso
Outra lembrança marcante da marca é o Nokia Tune, o toque personalizado dos aparelhos, lançado em 2010. Ele era ouvido em todos os cantos do planeta. Houve época em que era tocado 1,8 bilhão de vezes por dia, nada menos que 22 mil vezes por segundo.

Aliás, quer lembrar como era? Confira nesse vídeo:



N95, celular revolucionário
Da mesma forma, é impossível esquecer do Nokia N95, lançado em 2006. Ele era muito à frente de tudo que existia, e foi certamente o celular mais poderoso antes do surgimento dos smartphones. O N95 foi produzido até 2010 e ainda hoje reúne uma legião de fãs.

Tinha GPS, uma tela grande que deslizava e revelava um teclado físico por baixo, câmera de 5 MP com flash, rádio FM, saída de vídeo e até navegador para acesso à internet. Foi, dessa maneira, uma revolução e um grande sucesso.

Um “não” equivocado para o Google
Entretanto, alguns anos depois, a companhia perdeu o rumo, ao rejeitar a proposta do Google de utilizar o sistema operacional Android em seus aparelhos. Ela foi rapidamente superada por outros fabricantes. E parecia que a marca iria para o esquecimento em 2013, quando a empresa vendeu sua divisão de celulares para a Microsoft.

Então, os famosos Windows Phones eram produzidos sobre uma base da Nokia e acabaram fracassando. Isso porque usavam o sistema operacional do Windows, que não conseguia competir contra o iOS da Apple e o Android das demais fabricantes.

A volta ao mercado
Contudo, esse não foi o fim da empresa. Em 2016, a Nokia voltou ao mercado pela startup baseada na Finlândia HMD Global, que tem o licenciamento exclusivo para usar a marca Nokia em seus smartphones. A marca está presente com esses celulares no Brasil.

O último lançamento é o modelo 2.3, com desbloqueio por identificação facial, tela de 6,2 polegadas na proporção 19:9, bateria para dois dias e Android puro, o que garante atualizações mais rápidas. O preço é bem convidativo em várias lojas do comércio virtual.

Modelos sofisticados
A Nokia produz também smartphones mais sofisticados, mas esses não estão – pelo menos ainda – à venda oficialmente no Brasil. O mais completo deles é o Nokia 9, chamado de PureView.

Aliás, uma característica desse modelo é que ele tem nada menos que 6 câmeras traseiras. Trata-se de um aparelho de ponta, com tela de altíssima resolução e processadores velozes e poderosos.

Antigos, mas modernizados
Por outro lado, a empresa fez relançamentos de modelos antigos, modernizando-os. Um exemplo é o Nokia 208, que não é um smartphone, mas tem vários recursos.

Igualmente foi relançado o 8110, agora apelidado de Banana Phone, por sua cor amarela. Bonito e chamativo, tem tudo que um aparelho sem pretensões de ser smart pode oferecer.

Negócios em outras áreas
No entanto, a empresa assegura que seu futuro realmente não está atrelado ao celular. Afinal, seu principal negócio atualmente é a gestão de marcas e patentes. Aliás, a Nokia é detentora de muitas patentes. Por outro lado, a companhia continua trabalhando com tecnologia, especialmente no desenvolvimento de redes de comunicação como as 5G.

Enfim, já que falamos de celulares: você sabe espelhar o seu aparelho na TV? Por outro lado, que tal usar seu celular para localizar pessoas? Além disso, sempre é bom saber como resolver travamentos em seu smartphone.

(Fonte: Por Angela Rahde) - 15/06/2020
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