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BLOQUEIO DE TELEMARKETING VAI AVANÇAR PARA OUTROS SERVIÇOS, DIZ ANATEL

Começou a funcionar hoje a plataforma “Não me Perturbe”, voltada para o cancelamento de telemarketing de telecom. Mas as operadoras terão mais 30 dias para fazer o bloqueio, segundo Fábio Koleski, gerente da Anatel

Depois de acertar com as operadoras o lançamento hoje, 16, da plataforma “Não me Perturbe”, a Anatel (Agência Nacional de telecomunicações) pretende estender o bloqueio de chamadas para outros serviços de telemarketing agressivo que atormentam a vida do consumidor em todo país. A disposição da agência foi

reforçada por Fábio Koleski, gerente de Relações Institucionais, Satisfação e Educação para o Consumo, da Superintendência de Relações com o Consumidor da agência.

A nova plataforma gerida pelas operadoras de telecomunicações oferece o registro em um cadastro nacional único dos consumidores apenas referente aos serviços de telefonia móvel e fixa, banda larga e TV paga. “A gente sabe que esse é o primeiro passo e não é a solução total dos problemas de telemarketing.

Outros serviços não regulados pela Anatel usam as redes das operadoras para chegar aos usuários, e estamos estudando como estender o bloqueio de chamadas indesejadas para ofertas que não sejam de telecomunicações. Isso envolve outras normas federais”, afirmou Koleski.

Durante a entrevista, o executivo da Anatel fez, porém, um alerta aos consumidores: O registro no cadastro nacional não terá efeito imediato. Ou seja, quem se inscreve hoje poderá continuar a receber ligações indesejadas. “30 dias é o prazo que tem unanimidade nas regras gerais sobre o tema, porque as prestadoras
naturalmente trabalham com empresas terceirizadas, tem todo um fluxo até interromper e tirar o nome das listas de contatos, fluxo, aliás, que existe em todas as listas dos procons no Brasil. Existem 16 listas estaduais dos procons e todas preveem prazos”.

Se, por acaso, os consumidores não forem atendidos no prazo fixado pela plataforma, o gerente indica que reclamações poderão ser feitas na Anatel, nas ouvidorias das operadoras e nas ouvidorias das plataformas. As multas por descumprimento podem chegar a R$ 50 milhões.

A plataforma permitirá ao cliente registrar seu número de telefone para não receber ligações de telemarketing das maiores operadoras: (Algar, Claro, Oi, Nextel, Sercomtel, Sky, Tim e Vivo). É esperada que as demais operadoras do País aprimorem o atendimento dos consumidores que não querem ser incomodados.

Bloqueios semelhantes já existem em 17 Estados. A vantagem da plataforma montada pelas operadoras é ter abrangência nacional.

Reforço no atendimento

Koleski destacou que a medida não irá contribuir para gerar uma onda de demissões no setor de telemarketing, considerado um dos segmentos da economia com forte absorção de mão de obra. “Esses trabalhadores do telemarketing poderão ser deslocados para melhorar outras áreas, como o do atendimento dos
consumidores”, recomendou.

De acordo com o gerente, o atendimento é um dos serviços prestados pelas operadoras que acumulam o maior número de reclamações, . A Anatel registra 13 mil reclamações, no primeiro semestre deste ano, contra o telemarketing agressivo. É uma pequena parcela, levando em conta que há 3 milhões de reclamações feitas
por ano nesse canal.

Koleski explicou que a prática abusiva do telemarketing foi alvo dessa ação, feita em parceria com as operadoras, por conta da série de projetos em andamento no Congresso para coibir os abusos, reportagens sobre o assédio aos consumidores e a percepção geral do incômodo por ligações a qualquer hora e com ofertas

insistentes. Mas trata-se de uma medida de autorregulação do setor. Por isso, acrescentou, a Anatel está revisando o regulamento relativo aos direitos do consumidor para estabelecer o que claramente deve ser vetado nas relações das operadoras com os usuários de seus serviços.

(Fonte: ABNOR GONDIM ) - 16/07/2019
App que envelhece usuário entrega dados para anunciantes

Febre na internet, aplicativo monitora comportamento do usuário na internet e compartilha informações com parceiros

Se você usou as redes sociais nos últimos dias, pode ter ficado com a impressão de que está todo mundo ficando mais velho. Tudo graças ao FaceApp, um aplicativo disponível para Android e iPhone que envelhece os rostos dos usuários, mostrando como eles ficarão daqui a alguns anos. Mas, apesar de ser gratuito, a diversão não ocorre sem custo: o aplicativo entrega informações pessoais dos usuários para a desenvolvedora russa Wireless Lab.



Filtro FaceApp recolhe informações e compartilha com anunciantes
Foto: FaceApp/Divulgação / Estadão Conteúdo

Não é nada que ocorra de forma escondida, pois as autorizações estão nos termos de uso do app. E nem chega a ser uma novidade na internet atual, que construiu um modelo de negócios baseado na coleta, compartilhamento e comercialização de dados.Mas vale ficar atento: entre os dados recolhidos, estão imagens e quaisquer outros materiais publicados pelo app, bem como o histórico de navegação do usuário na internet.

"Usamos ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e tendências de uso do serviço. Essas ferramentas coletam as informações enviadas ao seu dispositivo ou ao nosso serviço, incluindo as páginas de web que você visita, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço", diz parte do documento, que pode ser consultado por qualquer pessoa.

Os termos de uso dizem que as informações não são associadas aos usuários de forma a poder identificá-los individualmente, mas o número de informações monitoradas é grande. Entre eles estão cookies, pequenos arquivos instalados na máquina para identificar tendências e comportamentos online; identificadores de dispositivos, que permite saber qual é o tipo de aparelho usado pelo usuário; e metadados, que descrevem como e quando um usuário interage com determinado conteúdo, sem revelar exatamente os detalhes desse conteúdo.

Além disso, o FaceApp coleta informações de log, incluindo as páginas de web que o usuário decide visitar, o endereço IP (que é uma espécie de CEP de cada máquina na internet), e o tipo específico de navegador de internet.

Entre os usos desses dados estão o compartilhamento de parte das informações com anunciantes. "Podemos também compartilhar certas informações, como cookies, com parceiros de publicidade. Essa informação permitiria redes de anunciantes, entre outras coisas, a entregar anúncios direcionados que elas creditam que seriam de interesse", diz o contrato.

O FaceApp diz que pode compartilhar os dados com "empresas irmãs", que legalmente fazem parte do seu mesmo grupo de negócios."Se vendermos ou transferirmos parcialmente ou integralmente o FaceApp e suas propriedades, suas informações, como conteúdo do usuário ou qualquer outra informação coletada por meio do serviço, estarão entre os ítens vendidos ou transferidos", avisa a empresa, em meio àquelas letrinhas miúdas que muita gente "dá OK" sem ler.

"Cerca de 64% dos brasileiros não leem as condições de um app antes de baixá-lo e esquecem de pensar sobre como seus dados podem ser utilizados, ignorando as configurações de privacidade", diz Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. Ele não encontrou nada anormal no funcionamento do app, mas pediu atenção ao que é coletado.

Segundo o FaceApp, os dados são armazenados em servidores nos EUA, país que ainda não tem uma lei específica de proteção de dados, como a União Europeia ou o Brasil. Além disso, por não ter sede no Brasil, pode ser difícil acionar o FaceApp na Justiça no caso de um vazamento de dados massivo - ou mesmo em qualquer questão jurídica.

(Fonte: Bruno Romani) - 16/07/2019
Aplicativos de frete fazem concorrência aos Correios

O preço do frete no Brasil, muitas vezes, desestimula compras online. Os Correios, por exemplo, têm um sistema logístico pronto, porém de alto custo, abrindo espaço para o surgimento de tecnologias

que ofereçam um serviço similar mas mais em conta, como é o caso da ASAP Log.



Foto: TecMundo
A startup se posiciona como uma alternativa aos Correios para pequenas e médias lojas virtuais. Isso é possível porque ela não possui uma infraestrutura própria: por meio de um aplicativo, motoristas de motos, ônibus e caminhão podem se cadastrar para levar uma mercadoria de um ponto a outro.

Assim, a ASAP tem acesso a uma grande rede de entregadores, sem o elevado custo que os Correios têm — a título de comparação, um pacote de 5 kg enviado de Curitiba a Porto Alegre seria transportado por R$ 46,89 via Correios, por meio do sistema alternativo o custo cai para R$ 23,57.

A dinâmica é parecida com a de outros aplicativos de entrega, é preciso apenas um smartphone e um veículo para receber por fretes encomendados pelo app. O serviço está disponível apenas para lojas virtuais e já conta com dez mil entregadores cadastrados.

Crescimento
Entre as cidades que contam com o serviço estão São Paulo, Campinas, Brasília, Goiânia, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, além das principais cidades da região sul. Até o final do semestre, a empresa pretende atuar também em Belo Horizonte, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Franca.

(Fonte: TecMundo) - 09/07/2019
VIASAT LANÇA PRIMEIRO PILOTO DE WIFI COMUNITÁRIO NO BRASIL

O programa leva serviço de internet gratuita, com velocidade de até 25 Mbps, para 20 comunidades do interior paulista.


POUSO ALTO, BRASIL, foto Rafael Roncato/Divulgação

Após liberada pelo Tribunal da Contas da União (TCU) para dar continuidade aos seus negócios no país, a Viasat lança oficialmente seu primeiro serviço de WiFi comunitário no bairro de Pouso Alto – região serrana com cerca de 2.400 habitantes, situada no município de Natividade da Serra, em São Paulo. A expectativa da operadora, até o final de 2019, será atender 20 comunidades no interior

paulista e implantar o serviço na região Nordeste.

O programa em Pouso Alto, que leva conectividade em banda larga via satélite com velocidade de até 25 Mbps, será gratuito nos dois meses iniciais. “Como cada comunidade apresenta características específicas, esse período servirá para fazer os ajustes necessários de forma a atender com qualidade a demanda da região”, explica Kevin Harkenrider, vice-presidente da Viasat.

Segundo ele, por enquanto, ainda não foram definidas as modalidades de pagamento do usuário pelo serviço, que poderá ser por pacote de dados ou tempo de uso. O preço, ainda em estudo, deverá variar de R$ 2 a R$ 3.

Consta dos planos da operadora lançar o serviço de banda larga residencial até o final do ano, no mesmo modelo adotado nos Estados Unidos.


Kevin Harkenrider, vice-presidente da Viasat e Lisa Scalpone, VP Latam e Brasil da Viasat (foto Rafael Roncato/Divulgação)
Nordeste: a próxima parada

Para a instalação e manutenção da infraestrutura do serviço WiFi comunitário nos 20 pontos de teste no estado de São Paulo, a Viasat está trabalhando em parceria com a Visiontec, anunciada no início de junho. Na região Nordeste, a operadora norte-americana estabelecerá novas parcerias com fornecedores locais, que ainda não foram definidas, segundo Harkenrider.

O Brasil é o segundo país a receber o serviço de hotspots de WiFi Comunitário da Viasat, que foi lançado em 2018, no México. Atualmente, 1,5 milhão de mexicanos estão usufruindo das facilidades da internet na sua comunicação do dia a dia.

Movimento intenso na padaria

O bairro de Pouso Alto é uma das opções de paradas na serra para quem vai para Caraguatatuba e outras cidades próximas, no litoral. Considerado o estabelecimento mais movimentado da região, a padaria Dú, situada bem em frente a uma escola, foi o lugar escolhido pela Viasat para instalar sua antena. Nesse bairro os alunos costumam estudar até o 3º ano do Ensino médio.

O que mais surpreendeu a equipe da Viasat com a experiência, até o momento, foi o volume de downloadings realizado pela comunidade, desde a implantação do serviço, no último dia 3 de julho. No quinto dia de operação do sistema, o consumo já ultrapassava a faixa de 100 GB, o que representa um uso médio diário de aproximadamente 15 GB a 20 GB. “Trata-se de um consumo alto, que superou

nossas expectativas”, afirma Lisa Scalpone, VP e gerente geral da Visat do Brasil.

De fato o movimento intensificou, após a instalação da antena oferecendo serviço gratuito de internet, confirma Marco Aurélio de Souza, proprietário da padaria: “A rotina já começa a mudar com a internet de alta velocidade. Agora é possível ter acesso às contas bancárias, falar com parentes distantes, usar o WhatsApp e Facebook. Há até usuários interessados em colocar o serviço em suas residências”, explica.

A região costuma ser atendida com soluções de acesso a banda larga dos provedores HughesNet, via satélite, e Niponet, via radio. Os serviços de telefonia móvel não são dos melhores, devido à topografia da região. Para se ter uma ideia, o sinal da TIM não pega e as demais operadoras só oferecem acesso 3G.

Satélite SGDC-1

O serviço de WiFi Comunitário fará uso do satélite SGDC-1, de propriedade da Telebras, que opera na banda Ka (de espectro de 18/28 GHz). Em fevereiro de 2018, a Viasat firmou um acordo com a Telebras para utilização comercial do satélite, servindo iniciativas como o WiFi Comunitário, internet residencial e comercial, e conectividade a bordo da Viasat. A parceria com a Telebras também inclui atender escolas públicas, unidades de saúde e outros serviços públicos sob a iniciativa do Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

A finalidade da Viasat com os hotspots de WiFi comunitário é fornecer conectividade de banda larga via satélite de custo acessível e alta velocidade para pessoas e lugares onde a conexão com a internet é lenta ou inexistente.

O serviço é escalável, pode ser implementado com o mínimo de investimento em infraestrutura local e oferecer internet com boa relação custo-benefício.

O sistema permite que moradores de uma comunidade se conectem à sua rede de internet por meio de um fornecedor de WiFi local. As instalações mais frequentes são realizadas em parceria com negócios locais situados em regiões centrais da comunidade.

(Fonte: Vera Franco) - 09/07/2019
Divisão do Google de acesso à internet por balões ainda procura suas asas

A aposta do Google em balões para entregar serviço de redes de celular enfrentará um teste crucial em meio a dúvidas sobre a viabilidade da tecnologia por parte de alguns clientes em potencial.



19/05/2016 REUTERS/Stephen Lam - S1BETEZUEKAB
Foto: Reuters

O Loon, projeto do Google que pretende levar acesso à internet para áreas rurais e remotas, diz que seus balões chegarão ao Quênia nas próximas semanas para seu primeiro teste comercial. O teste com a Telkom Kenya, a terceira maior operadora do país, permitirá que os moradores de uma montanha tenham acesso à rede 4G a preços de mercado por um período indefinido. A autoridade de aviação do Quênia disse que sua aprovação final será assinada este mês.

Iniciado em 2011, o Loon pretende levar conectividade a partes remotas do mundo, usando equipamentos de rede movidos a energia solar em áreas onde as torres de celular seriam caras demais para serem construídas.

Seus balões de hélio do tamanho de quadras de tênis demonstraram ser úteis. Nos últimos três anos, o Loon permitiu que as operadoras de telefonia móvel no Peru e em Porto Rico usassem balões de graça para substituir as torres de telefonia celular derrubadas por desastres naturais.

As autoridades quenianas estão entusiasmadas ao tentar conectar mais cidadãos.

Mas executivos de cinco outras operadoras de telefonia móvel cortejadas pelo Loon em quatro continentes disseram à Reuters que o Loon não é adequado atualmente, e talvez nunca seja. Essas empresas, incluindo a Telkom Indonesia, a Vodafone New Zealand e a gigante francesa Orange, dizem que o Loon deve demonstrar que sua tecnologia é confiável, segura e lucrativa para as operadoras.

Hervé Suquet, vice-presidente de tecnologia e informação da Orange Oriente Médio e África, disse que o Loon precisa se provar no Quênia.

"Se os resultados forem positivos, estaremos potencialmente interessados", disse ele em um comunicado.

Outro problema é um processo alegando que o Google roubou as ideias do uso de balões de um concorrente em 2008. Um julgamento em tribunal federal está previsto para começar no dia 2 de agosto em San Jose, Califórnia. Se perder, o Loon pagará danos determinados pelo júri à Space Data, de Chandler, Arizona, que vende balões de comunicação para os militares dos EUA.

O Loon disse que vai "se defender vigorosamente".

Alastair Westgarth, presidente-executivo da subsidiária da Alphabet, expressou confiança em sua estratégia. "Múltiplas" entidades adicionais estão perto de assinar contratos com o Loon, disse ele. A força de trabalho da empresa triplicou para mais de 200 funcionários no ano passado.

O Loon também atraiu financiamento externo. Um braço da empresa de telecomunicações japonesa SoftBank investiu 125 milhões de dólares como parte de uma parceria neste ano. Acelerando o interesse anteriormente não declarado do Loon em aplicações industriais, como servir fazendas e poços de petróleo.

"Com anos de desenvolvimento técnico, mais de 35 milhões de quilômetros voados e centenas de milhares de pessoas conectadas, temos uma grande vantagem inicial e estamos bem posicionados para conectar muitas pessoas e aproveitar as oportunidades que surgem", disse Westgarth.

(Fonte: Paresh Dave) - 01/07/2019
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