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Notícias na 25 de março

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Cão robô reforça medidas de distanciamento social em parque de Cingapura

Um educado cão robô foi encarregado pelas autoridades de Cingapura para ajudar a conter as infecções por coronavírus na cidade-estado pedindo que corredores e ciclistas mantenham distância entre eles.



08/05/2020 REUTERS/Edgar Su
Foto: Reuters

O robô de quatro patas, movimentado por controle remoto e feito pela Boston Dynamics, foi implantado pela primeira vez em um parque central nesta sexta-feira, como parte de um teste de duas semanas que pode se juntar a outros robôs que policiam os parques de Cingapura durante o confinamento em todo o país.

"Vamos manter Cingapura saudável", disse em inglês o robô amarelo e preto chamado SPOT. "Para sua própria segurança e para os que estão ao seu redor, afaste-se pelo menos um metro. Obrigado", acrescentou, com uma voz feminina suave.

Apesar da educação, as violações das rígidas regras de quarentena de Cingapura podem resultar em pesadas multas e até prisão.

A cidade-estado, com 5,7 milhões de habitantes, possui mais de 21 mil casos, um dos registros mais altos da Ásia, em grande parte devido a infecções em massa entre trabalhadores migrantes que vivem em dormitórios apertados em áreas pouco visitadas por turistas.

De acordo com as regras para manter a quarentena até 1º de junho, os residentes só podem deixar suas casas para tarefas essenciais, como ir ao supermercado, e devem usar uma máscara o tempo todo em público. Exercício ao ar livre é permitido, mas deve ser feito sozinho.

As autoridades responsáveis pelos testes mais recentes - as agências governamentais de tecnologia e segurança cibernética - disseram em comunicado que o SPOT pode se movimentar em terrenos mais difíceis em parques e jardins.

Além de transmitir mensagens lembrando aos visitantes as medidas de distanciamento social, o SPOT é equipado com câmeras e ferramentas de análise para estimar o número de pessoas no parque.

As autoridades disseram que as câmeras não seriam capazes de identificar indivíduos ou gravar dados pessoais.

O SPOT também foi recentemente testado para uso em um hospital temporário levando medicamentos para os pacientes.

((Tradução Redação São Paulo; 55 11 56447727))

REUTERS PS PAL

(Fonte: Edgar Su) - 12/05/2020
Intel compra app de trânsito Moovit por US$900 mi

A Intel comprou a desenvolvedora israelense de aplicativos de transporte Moovit por cerca de 900 milhões de dólares para ajudá-la a criar táxis autônomos que poderão sair às ruas no início de 2022, informou a empresa nesta segunda-feira.


15/12/2019. REUTERS/Amir Cohen
Foto: Reuters

A Moovit permanecerá independente, enquanto sua tecnologia e os dados coletados de mais de 800 milhões de usuários em 102 países serão integrados à unidade de veículos autônomos da Intel, Mobileye.

O preço pago foi quase o dobro da avaliação de 500 milhões de dólares que a Moovit recebeu quanto captou investimentos pela última vez em 2018.

"A Moovit é uma aquisição que preenche algumas lacunas muito críticas que estamos avançando", disse o presidente-executivo da Mobileye, Amnon Shashua, à Reuters.

O objetivo inicial, disse ele, era ter uma pequena frota de táxis sem motoristas em países como Israel, França e Coreia do Sul.

O aplicativo Moovit é popular por ajudar passageiros e turistas a encontrar o melhor caminho para um destino, mostrando rotas de transportes públicos, ciclovias e opções de caronas.

Uma vez integrado a Mobileye, o aplicativo será uma plataforma para chamar táxis autônomos e os dados em tempo real garantirão que os veículos sejam implantados em áreas de alta demanda, disse Shashua.

A Intel prevê que os táxis autônomos serão um mercado de 160 bilhões de dólares até 2030.

A decisão de comprar agora, quando grande parte da economia mundial está parada devido à pandemia de coronavírus, decorre da capacidade da Mobileye de prever com mais precisão quando sua tecnologia estará pronta, disse Shashua. E a meta é 2022.

"Para uma empresa como a Intel, que tem um plano muito ordenado de como o futuro deve se desenrolar, o coronavírus não deve ser um revés. Pelo contrário, você deve olhar para a crise e encontrar oportunidades", disse Shashua.

A Moovit captou 133 milhões de dólares de investidores como Intel, BMW iVentures e Sequoia Capital. Em 2018, recebeu 50 milhões de dólares em uma rodada de investimentos liderada pela Intel Capital.

A Intel já fez investimentos significativos em Israel, incluindo a aquisição da Mobileye por 15,3 bilhões de dólares em 2017. Em dezembro, comprou a empresa israelense de inteligência artificial Habana Labs por 2 bilhões de dólares.

(Fonte: Reuters) - 04/05/2020
Apple lança novo MacBook Pro com teclado atualizado

A Apple lançou nesta segunda-feira nova versão do MacBook Pro com teclado modificado, já que a linha de notebooks enfrentou críticas, também melhorando o desempenho dos computadores e aumentando o armazenamento.



Logotipo da Apple. 3/1/2019. REUTERS/Leonhard Foeger
Foto: Reuters

A Apple disse que sua nova linha do MacBook Pro, vendido por 1.299 dólares e 1.199 dólares, para o modelo voltado para educação, já está disponível online.

Os MacBooks representam 9% da receita total da empresa.

O novo teclado é do estilo conhecido como "tesoura" mais comum na indústria.

A empresa voltou a utilizar os modelos tesoura, descartando os teclados "borboleta", depois de receber reclamações de teclas pegajosas e que não funcionavam quando pequenas quantidades de poeira ou detritos se acumulavam sob ou perto delas.

A nova versão fornecerá o dobro do armazenamento de seu antecessor, com capacidade de até 1 terabyte.

A empresa também disse que o novo MacBook Pro estará disponível em lojas selecionadas ainda esta semana.

(Fonte: Reuters) - 04/05/2020
WhatsApp corta em 70% circulação de mensagens virais

Medida da empresa foi tomada no começo de abril e já começa a mostrar resultados

No começo de abril, o WhatsApp anunciou um novo limite para o encaminhamento de mensagens. A companhia revelou nesta segunda, 27, o impacto da medida: uma redução de 70% na circulação de mensagens virais. A informação foi dada ao site de tecnologia TechCrunch.



Novo limite no WhatsApp corta em 70% circulação de mensagens virais
Foto: Mika Baumeister/Unsplash

"Recentemente introduzimos um limite ao compartilhamento de mensagens altamente encaminhadas para apenas uma única conversa. Desde a implementação desse novo limite, houve uma redução global de 70% no número de mensagens altamente encaminhadas", diz comunicado da empresa.

Em 2018, a empresa limitou o encaminhamento simultâneo a cinco conversas ou grupos de uma vez só, que segue válida. A novidade do começo de abril é que, depois que esse limite é atingido, o usuário só pode mandar a mesma mensagem a um contato ou grupo de cada vez – até então era permitido redistribuir a mensagem em grupos de cinco encaminhamentos.

O WhatsApp, que pertence ao Facebook, tenta combater a circulação de mensagens falsas e conteúdo potencialmente danoso em sua plataforma. Em diferentes países, incluindo o Brasil, o mensageiro é alvo de críticas por permitir o encaminhamento desse tipo de material. Com a crise do coronavírus, que é acompanha de um alto volume de informações falsas, a empresa viu o perigo crescer ainda mais.

No começo de abril, a empresa dizia em seu blog: "Acreditamos que é importante diminuir a propagação dessas mensagens para manter o WhatsApp um lugar para conversas pessoais".

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 27/04/2020
Gigantes da tecnologia poderão sair ainda maiores após Covid-19

Covid-19 trouxe problemas, mas também oportunidades para Apple, Microsoft, Facebook e Google, que estão se fortalecendo.

A Apple saiu fortalecida da crise econômica mundial de 2008. E agora, similarmente, a situação pode se repetir com a Covid-19. Em síntese, a expectativa de especialistas é que as grandes empresas de tecnologia devem sair mais fortificadas após essa pandemia.

A maior parte dos setores da economia mundial está, com certeza, enfrentando enormes dificuldades com a expansão dos casos da Covid-19. Por exemplo, áreas ligadas ao turismo, assim como companhias aéreas, acumulam prejuízos.

Contratações mesmo com a Covid-19
Mas o cenário é bem mais tranquilo para as gigantes da área de tecnologia. A Amazon, de Jeff Bezos, por exemplo, está contratando 100 mil novos funcionários para seus depósitos de produtos. Até porque a demanda de compras via internet aumentou devido a pandemia.

No mesmo sentido, Mark Zuckerberg, do Facebook, disse que o tráfego de vídeos, de chamadas de vídeo e de mensagens explodiu durante a Covid-19.



Amazon contratou 100 mil novos funcionários para seus depósitos.
Aliás, não é diferente na Microsoft, outra megaempresa de tecnologia. O uso dos programas da Microsoft para o trabalho remoto cresceu nada menos que 40%.

Enfim, tem mais gente em casa em isolamento e trabalhando em seu próprio lar.

Compra online de quase tudo
Com toda certeza, então, a Covid-19 aumentou as necessidades de tecnologia, supridas por esses gigantes. Aliás, o que a pandemia provoca é o aumento de uma tendência que já existia, a da compra online de quase tudo.

Da mesma forma, serviços como Netflix, YouTube e Prime Video saem robustecidos. Em suma, os cinemas estão fechados e todo mundo tem mais tempo em casa para ver filmes e séries.

Muita gente trabalhando em casa
Antes da pandemia, várias empresas já estavam acabando com os seus centros de processamento para usar os serviços de computação em nuvem da Amazon, Microsoft e Google. Agora, essa é uma tendência que cresce sem parar, já que milhões de pessoas estão forçadas, com a Covid-19, a fazer home office, exigindo ao máximo as infraestruturas computacionais das suas empresas.

Aliás, até a Apple vai bem. No início do coronavírus parecia que a empresa teria problemas, porque ela é dependente de fábricas instaladas na China. Entretanto, muitas dessas companhias já voltaram a funcionar, as pessoas estão gastando cada vez mais nos serviços digitais da Apple e a empresa até se deu ao luxo de lançar novos produtos.



Fábricas chinesas que trabalham para a Apple já funcionam normalmente.
Queda no valor das ações

Todavia, isso não significa que as grandes empresas de tecnologia não tenham que se preocupar. Google e Facebook vivem principalmente à base de anúncios, enquanto o mercado publicitário tende a diminuir em recessões econômicas.

Ao mesmo tempo, Apple, Microsoft, Amazon, Facebook e a empresa mãe da Google, a Alphabet, tiveram uma diminuição no valor total de suas ações de mais de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,3 trilhões), no primeiro mês da crise da Covid-19 apenas nos Estados Unidos. Aliás, tanto a Microsoft quanto a Apple já baixaram suas projeções de vendas e lucros para 2020.

Meta de minimizar as perdas
O cenário, contudo, é preocupante para outras empresas da área de tecnologia. É o caso da Uber e também da Airbnb, grandes, sem dúvida, mas que estão vendo seus negócios minguarem. Por enquanto, analistas garantem que o fortalecimento se aplica exclusivamente às megaempresas. Quanto às médias e pequenas, elas certamente sofrem com a crise e enfrentarão grandes desafios para sair dela.

O setor de tecnologia vende US$ 4 trilhões (R$ 20,8 trilhões). A previsão era de que haveria um crescimento de 5% nas vendas de hardware, software e serviços em 2020. Mas agora não há mais essa expectativa, e a expectativa passa a ser simplesmente minimizar as perdas.



Gigantes da tecnologia Apple, Microsoft, Facebook e Google crescem durante a pandemia.
Mudança no comportamento

Afinal, quando as rodas da economia voltarem a girar, muitos setores precisarão partir do zero ou próximo disso, tendo perdido quase tudo.

Mas esse não será o caso das quatro grandes: Microsoft, Apple, Facebook e Google. Elas vão se beneficiar, inclusive, das mudanças de comportamento de consumidores que a crise da Covid-19 gerou.

Vejam o exemplo da Amazon. Ela já havia mudado os hábitos dos consumidores em itens como livros, com o seu Kindle. Agora, com as pessoas confinadas em casa, pedir alimentos e produtos de limpeza pelo site se tornou um novo hábito.

Assim, muitos consumidores se viram forçados a experimentar esse método de compras, gostaram e devem continuar com ele mesmo após o final da crise.

De hábito forçado a permanente
Acontece que muitas dessas mudanças forçadas de hábitos podem se tornar permanentes. E se a Amazon contratou multidões de novos empregados para atender a demanda extra nesses tempos de Covid-19, é bem provável que essas pessoas mantenham seus empregos depois.

Afinal, as vendas de medicamentos para gripe pela Amazon aumentaram 9 vezes. Já as de comida para cães cresceram 13 vezes. E as vendas de papel toalha e papel higiênico triplicaram. Tudo indica, dessa maneira, que muitos desses consumidores mantenham o hábito de comprar da Amazon pela internet após a Covid-19.

Uso de streaming, chamadas de voz e vídeo
Por outro lado, houve também uma explosão no consumo de serviços de vídeo via streaming. A Netflix teve crescimento no número de downloads de seu aplicativo de 66%, na Itália, e 35%, na Espanha. E isso, aliás, significa um crescimento igualmente no número de assinantes.

Já as chamadas por voz e por vídeo via Facebook duplicaram. Segundo Mark Zuckerberg, em entrevista ao New York Times, sempre há um aumento nesses números no Natal e no Ano Novo, mas o que aconteceu em função do Covid-19 não tem precedentes. Outrossim, o mesmo fenômeno aconteceu com o Facebook Messenger.



Chamadas por vídeo via Facebook atingem números recorde.
Microsoft Teams é um sucesso
E há ainda o caso da computação na nuvem. Foram muitas as empresas que passaram a necessitar desse serviço em função de ter seus funcionários trabalhando em casa.

A Microsoft aproveitou o momento para uma campanha de vendas de sua ferramenta de mensagens e trabalho em grupo, chamada Microsoft Teams. Em virtude disso, as vendas aumentaram nada menos que 37% em apenas uma semana, atingindo 44 milhões de usuários. Assim, 900 milhões de chamadas e reuniões são feitas diariamente com o Microsoft Teams.



Microsoft Teams já tem 900 milhões de usos por dia.
Presença constante em nossas vidas

Dessa maneira, nem uma pandemia gigantesca como essa do Covid-19 parece abalar as gigantes da tecnologia. E sua presença constante em nossas vidas pode se intensificar cada vez mais. Entretanto, se isso é positivo ou negativo para o mundo, só o futuro poderá dizer.

(Fonte: Por Angela Rahde) - 27/04/2020
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